Estatuto ordena

Estatuto del Docente Hondureño, con el propósito de dignificar el ejercicio del magisterio, garantizar al docente un nivel de vida acorde con su profesión y asegurarle al pueblo hondureño una educación de calidad. CONSIDERANDO: Que el artículo 93 del citado Estatuto ordena la elaboración y aprobación de un Reglamento General para el mismo. El Estatuto Docente es la reglamentación por escrito de muchas de las acciones docentes, es decir, es la ley que reglamenta los derechos y obligaciones del docente y el estado. es sumamente importante que nosotros como futuros docentes nos empapemos bien del Estatuto Docente. vilma J. Bastardo. 15 de junio de 2013, 16:40 ACUERDO por el que se ordena la publicación del Estatuto Orgánico del Instituto Nacional de las Personas Adultas Mayores. Al margen un sello con el Escudo Nacional, que dice: Estados Unidos ... ESTATUTO DE LA CORTE INTERAMERICANA DE DERECHOS HUMANOS Aprobado mediante Resolución Nº 448 adoptada por la Asamblea General ... El Presidente dirige el trabajo de la Corte, la representa, ordena el trámite de los asuntos que se sometan a la Corte y preside sus sesiones. 3. El Vicepresidente sustituye al Presidente en sus ausencias ... O Presidente filipino, Rodrigo Duterte, ordenou publicamente ao principal responsável da alfândega do país que atirasse e matasse traficantes de drogas, numa das suas mais contundentes ameaças ... Estatuto argentino ordena traslado de estatua de Juana Azurduy. El autor de la obra, Andrés Zerneri, expresó estar contento con el traslado 'porque en el nuevo lugar pasa más gente, se hace ... El Estatuto ordena identificar las plazas y, al menos, indicar su número y características. Este mandato sí es respetado en las convocatorias de diferentes Comunidades Autónomas: así Asturias ha publicado proceso ofertando plazas de Médico de Urgencias en Atención Primaria; al igual que hizo Extremadura, y Canarias ha publicado proceso ... A Procuradoria Geral da República (PGR) angolana ordenou a apreensão de vários edifícios do grupo AAA, pertencente ao empresário Carlos São Vicente que está a ser investigado na Suíça ... Que la Constitución Política de Colombia de 1991 , en su Artículo 54, ordena: 'Es obligación del Estado y de los empleadores ofrecer formación y habilitación profesional y técnica a quienes lo requieran', e igualmente, 'El Estado debe ... Adoptar el Estatuto de la Formación Profesional Integral del SENA, el cual forma parte del presente ... hola su majestad que pueda hacer por usted tenga una emergencia encarga el estatuto de la cabeza de mi padre y no estoy segura de que sea del tamaño correcto y cuál ...

O filme dos acontecimentos do fim da Monarquia em Portugal e a implantação da República

2017.01.13 15:34 x_p_t_o O filme dos acontecimentos do fim da Monarquia em Portugal e a implantação da República

A PRIMEIRA REPÚBLICA, O FILME DOS ACONTECIMENTOS
3 de Outubro de 1910
20 horas – O Almirante Cândido dos Reis, Afonso Costa, José Relvas, João Chagas, António José de Almeida, Eusébio Leko e outros conjurados republicanos reúnem-se na casa da mãe de Inocêncio Camacho, na Rua da Esperança, 106, 3º.
Foi combinado, de acordo com planos já estabelecidos, que a revolução comecaria a 1 hora da madrugada, com uma salva de 31 tiros disparados de navios de guerra surtos no Tejo. As guarnições desembarcariam depois para iniciar em terra a revolta.
24 horas – Os conjurados reúnem-se no balneário de S. Paulo.
4 de Outubro
1 Hora e 20 – Soam tiros. Contaram-nos. Não eram 31. Pânico entre os revolucionários. Seriam os barcos a pedir auxilio?
– Cândido dos Reis é informado no cais, por um oficial da Armada, de que já havia um regimento na rua, a combater contra civis.
– Afonso Costa, Alfredo Leal e Malva do Vale saem de S. Paulo para Alcantara, para as imediações do quartel de marinheiros que estava previsto revoltar-se. Silêncio no interior. O quartel está cercado por Infantaria 1, Cavalaria 4, Cacadores 2.
– Estão na rua 3000 homens fiéis à monarquia com as baterias a cavalo. Instalaram peças nos sítios altos da cidade: Torel, Graça, Penha, S. Pedro de Alcântara.
– O comissário naval, Machado Santos, com praças da Infantaria 16, de Campo de Ourique, ataca o quartel de Artilharia 1 e apodera-se de algumas peçs.
– O capitão Sá Cardoso, com um pelotão de Infantaria 16, leva uma dessas peças para atacar o Palácio das Necessidades.
– Recontros na Rua Ferreira Borges com a Guarda Municipal. – Macliado Santos, com outra foça de Infantarin 16, ataca a esquadra da polícia no Largo do Rato e arma civis.
5 horas – As forças revoltosas, sob o comando de Machado Santos, descem a Avenida em direcção ao Rossio, são bombardeadas, retrocedem para a Rotunda e fecham as entradas para as Avenidas Fontes e Duque de Loulé.
6 horas – Cândido dos Reis é encontrado morto na Travessa das Freiras, a Arroios. Suicídio.
9 horas – Machado Santos só dispõe de 5 peças de artilharia. Comanda 9 sargentos e 200 homens.
Numerosos civis armados acorrem à Rotunda para auxiliar os revoltosos.
12 horas e 30 – Caiem na Rotunda as primeiras granadas das baterias de Queluz, comandadas pelo capitão Paiva Couceiro. As forças leais à monarquia fustigam duramente a Rotunda.
14 horas – Os cruzadores S. Rafael e Adamastor começaram a bombardear o Palácio das Necessidades. O Governo pediu ao rei, pelo telefone, para se retirar para Mafra. O rei obedeceu. Acompanharam-no o Conde de Sabugosa e o Marquês do Faial. O tiroteio continua na Rotunda.
5 de Outubro
6 horas – Fogo dos revoltosos contra as forças do Rossio. De Queluz, as baterias de Couceiro atacam. Começam a desembarcar os marinheiros dos navios de guerra estacionados no Tejo.
8 horas e 30 – O ministro da Alemanha dirige-se à Rotunda para obter um armisticio, a fim de recolher a colónia Alemã. Leva uma bandeira branca de parlamentário, que a população julga ser o sinal da rendição. Grandes manifestações de alegria popular.
11 horas – José Relvas, acompanhado por outros revolucionários, proclama a República de uma janela da Câmara Municipal.
A CHAVE DO EXITO Lisboa, Outubro de 1910
O rápido sucesso do movimento revolucionário que instaurou a República deve-se, em grande parte, a colaboração da Carbonária, sociedade secreta que actua ligada A Maçonaria.
Como membro dirigente da "Alta Venda ", um dos mais importantes centros da Carbonária, Machado Santos aliciou muitos revolucionários entre praças, sargentos, marinheiros, operários, estudantes, populares em geral.
O plano de acção foi cuidadosamente montado, como revela, em entrevista a A Capital, José Barbosa, um dos membros do Directório do Partido Republicano: «A aperação agregaora representa um esforço extraordinário. Coincidiu com uma fase activissima da Carbonária, que contava no seu seio, por interferência propagandista do engenheiro Silva, soldados, cabos e sargentos de toda a guarnição da capital. Precisávamos, em cada regimento ou em cada navio, de relacionar os oficiais republicanos com as praças aderentes. Procedeu-se cautelosamente a esse serviço, pondo primeiro em contacto um oficial com um sargento e, depois, o sargento com determinado número de cabos e soldados.»
A República por telégrafo
Lisboa, Outubro de 1910
A noticia da aclamação da República foi rapidamente transmitida a todo o Pais. Não houve resistência. As populações aderiram entusiasticamente ao movimento de Lisboa, com toda a normalidade. Constituíram-se comissões municipais electivas republicanas locais e iniciou-se a substituição de símbolos do anterior regime. No Barreiro, a Avenida D. Luis Filipe passa a denominar-se Avenida da República e a Rua Conselheiro Serra e Moura passa a ser Rua Almirante Carlos Cândido dos Reis.
No Porto, a aclamação foi triunfal.
O vereador mais antigo, Dr. Nunes da Ponte, leu da varanda central dos Paços do Concelho o texto da proclamação e declarou «perpetuamente abolida a dinastia de Bragança».
Segundo noticia o Primeiro de Janeiro, «milhares e milhares de pessoas de todas as classes invadiram as salas da Câmara e foram cumprimentar os vereadores, levando em triunfo alguns sargentos e soldados que se encontravam no meio da multidão. Foi uma manifestação grandiosa, imponentissima».
A República no outro lado do rio
Lisboa, 5 de Outubro de 1910
O plano revolucionário teve fortes apoios na Outra Banda. Segundo Machado Santos, «os republicanos do Barreiro deviam apoderar-se do vapor da carreira, cortar as comunicações com Lisboa e vigiar a beira-mar. Na Escola de Torpedos, em Vale de Zebro, existiam cerca de 2000 armas e 100 000 cartuchos. Se a revolução não vingasse em Lisboa, a margem sul do Tejo, com o auxilio da Marinha, tornava invencível o movimento. Setúbal, sob a direcção do Dr. Leão Azedo, com o auxilio da canhoneira, Zaire, devia também proclamar a República».
O projecto foi cumprido. Grupos de civis sabotaram os barcos de passageiros D. Amélia e D. Afonso. As comunicações ficaram interrompidas e Lisboa isolada.
A operação em Vale do Zebro foi mais demorada. Os oficiais e marinheiros só se renderam depois de a Junta Revolucionária do Barreiro ter conseguido fazer atracar o rebocador Vitória ao cruzador revoltoso, S. Gabriel.
Pela telegrafia seguiu a ordem para Vale do Zebro: «Queiram render-se e proclamar a República.»
Os oficiais cederam, finalmente. Os tenentes Stockler e Santos Pato, ligados ao movimento revolucionário, assumiram o comando dos torpedeiros e conduziram-nos para Lisboa, junto dos cruzadores Adamastor e S. Rafael. 12 horas e 30. No Barreiro, o povo ouvia Ricardo y Alberty e João dos Santos Pimenta, membros da Junta Revolucionária local, proclamar a República
È constituído o 1º Governo Provisório presidido por Teófilo Braga (Maçon), professor da Universidade de Lisboa.
A morte de Miguel Bombarda (assassinado na madrugada e 3 para 4 de Outubro), e de Cândido dos Reis (que se suicidou na noite do diz 5 após a chegada de notícias desmoralizadoras face a forma como decorriam os acontecimentos), e o afastamento de Basilio Teles, desguarneceram as possibilidades de constituição do elenco governativo.
A escolha de Teófilo Braga, praticamente protagonizada por Afonso Costa, viria a ser polémica entre os membros do Directório. Reservas e aposições viriam ainda a ser manifestadas pelos membros da Carbonária, a quem nenhuma pasta fora atribuída.
Seja como for, em menos de um ano, o governo provisório conseguiu cumprir alguns dos pontos principais do programa republicano, bem como consolidar o novo regime, assegurar a ordem pública interna e alcançar o reconhecimento por parte das potências estrangeiras.
Logo no dia 8 de Outubro, o Governo vulgo a Maçonaria, imitando o Marquês de Pombal, efectua e ordena a Publicação dos decretos que instituem a expulsão dos jesuítas e o encerramento dos conventos. São expulsas de Portugal as ordens religiosas.
Sendo a laicização do Estado e da sociedade um dos temas fundamentais da propaganda republicana, aliás, monarquia e clericalismo confundiam-se, não admira que uma das primeiras medidas a ser tomadas tivesse como pano de fundo a questão religiosa.
Tentando erradicar com rapidez os vestígios do regime deposto o governo provisório tomou algumas medidas, a saber: abolição do Conselho de Estado e da Câmara dos Pares, demissão de funcionários da Casa Real, abolição de títulos, distinções e direitos de nobreza, adopção de uma nova bandeira e hino nacionais, entre outras medidas de carácter liberal, entretanto contrariadas pelo franquismo.
No dia 10, é criada a Guarda Pretoriana do Governo, a Guarda Républicana mais tarde iria dar origem a Guarda Nacional Republicana, e extingue a Guarda Republicana de Lisboa e Porto.
Ao ser proclamada a República as Forças militarizadas portuguesas consistiam na Guarda Municipal (criada em 1834 e regida pala legislação de 1890), a Guarda Fiscal (regida por decreto de 1901 a 1908) e a Polícia Civil de Lisboa.
A GNR, extensiva a todo o país, tinha como funções velar pela segurança pública, policiando povoações, estradas, pontes, vias férreas, linhas telegráficas e telefónicas, etc., arcando com o exclusivismo militar das forças armadas. Foi durante anos a guarda pretoriana do novo regime.
Depois de 19I9, e até 1922, a GNR conheceu uma significativa ampliação e capacidade de intervenção na vida pública, Fazendo e desfazendo ministérios e impondo a sua vontade, se necessário, pela força das armas.
26 de Outubro - Decreto que aprova os estatutos da Academia de Ciências de Portugal.
Fundada em 1907 por acção de Teófilo Braga, a Academia tentava colmatar alguma quebra de produção científica da Academia de Ciências de Lisboa, bem como um certo elitismo (de outra ordem que não eminentemente científico, em que esta havia caído.
Tendo como grande objectivo o progresso e a integração filosófica dos principais ramos da saber humano, a Academia viria a ter o seu Regulamento Geral em 27 de Janeiro de 1911. Não tendo correspondido inteiramente ao que dela se esperava, não sobreviveu muito tempo a morte de Teófilo Braga (1924).
1 de Dezembro - Inauguração da Bandeira Nacional Republicana, segundo o modelo de Columbano Bordalo Pinheiro.
22 de Maio de 1911 - É criado o decreto que institui o escudo como moeda oficial, em substituição do real.
Medida que se insere nas preocupações do governo provisório, em marcar a transição do novo regime com a alteração dos principais símbolos do Estado, por forma a criar uma barreira psicológica que dificulte qualquer “restauração”.
O escudo dividir-se-ia em cem partes iguais, denominadas centavos. Não se tratava, portanto, de uma reforma monetária, mas somente de uma alteração do processo de conta.
Novos símbolos nacionais
Lisboa, 19 de Junho de 1911
Foram fixados por decreto a forma e as cores da bandeira portuguesa, verde e vermelha, com as armas nacionais inscritas na esfera armilar
Foram discutidos vários projectos, entre outros, o de Guerra Junqueiro, Delfim Guimarães e Roque Gameiro.
As opiniões dividiram-se, favoráveis umas ao projecto de Junqueiro, que ainda mantinha o azul e branco, cores tradicionais da monarquia, favoráveis outras a um simbolo totalmente novo.
A comissão oficial, constituída por Columbano Bordalo Pinheiro, Ladislau Parreira, João Chagas e Abel Almeida Botelho, aprovou o modelo que passa a representar Portugal e a República.
A esfera armilar, «padrão eterno do nosso génio aventureiro», alia-se com o vermelho, cor da luta pelo futuro colectivo em agradecimento pelos serviços prestados pela Carbonaria.
A primeira bandeira republicana, fabricada na Cordoaria, foi hasteada no Monumento dos Restauradores. A moeda e o hino também mudaram. O real foi substituido pelo escudo e o hino da Carta pela canção patriótica A Portuguesa, com música de Alfredo Keil.
Mais em : https://espirra-verdades.blogspot.pt/2010/07/portugal-maconico-3.html
submitted by x_p_t_o to portugal [link] [comments]


2016.10.22 10:27 EDUARDOMOLINA Fernando López Agudín: El ultimátum de Susana: ha anunciado ya la abstención del grupo parlamentario socialista en la inminente investidura de Rajoy. Además de violar los estatutos del partido, viola ahora la Constitución que prohibe expresamente el mandato imperativo a los diputados.

http://blogs.publico.es/fernando-lopez-agudin/2016/10/21/el-ultimatum-de-susana/
"La reunión del próximo domingo del comité federal del PSOE es puro formalismo. Quien detenta el poder real –la gestora es solo una mera gestoría de Susana Díaz– ha anunciado ya la abstención del grupo parlamentario socialista en la inminente investidura de Rajoy. Además de violar los estatutos del partido, viola ahora la Constitución que prohibe expresamente el mandato imperativo a los diputados. No le basta ahora con una docena solo de abstencionistas, más que suficientes para que el presidente en funciones siga en la Moncloa, sino que exige la socialización de la vergüenza. Que se atengan a las consecuencias, advierte, a aquellos que a la hora de votar sigan con aquel no es no refrendado por todos sus militantes y votado por sus electores. Claro y alto debe escucharse la abstención de cada uno de los 85 diputados socialistas. Aquí no se salva ni Dios. No debe quedar ni uno que mañana pueda decir que votó contra la derecha. El ultimátum de Susana es tajante. Que se pringue todo el mundo.
Es un golpe sobre el golpe.Un nuevo golpe territorial montado sobre el golpe de estado contra Pedro Sánchez. Aprovechando el caos directivo generado por los golpistas, busca subordinar todas las restantes federaciones a los intereses del socialismo clientelar de Susana Díaz. Es todo un torpedo en la linea de flotación del federalismo del PSOE. Ninguna otra federación, sea la catalana, la vasca o la balear, debe romper la disciplina de voto pese a que la abstención sea rechazada por la gran mayoría de ciudadanos de estos territorios. O reeditan ese modelo andaluz, gobernar con la derecha en Sevilla a la vez que abstenerse con la derecha en Madrid, o el fantasma de José María Triginer –líder socialista anterior a la fusión del PSOE con el PSC– podría acabar resucitando de la mano de la gestoría Javier Fernández. Iceta sería así el chivo expiatorio para que tanto Patxi López como Francina Armengol no se desmanden. Como anticipo, la Gestora acaba de disolver la gestora que dirige el partido socialista de Galicia por seguir defendiendo el no.
La rendición debe ser total. No caben planteamientos intermedios. No se negocia tras haber triunfado en el golpe de estado. Así los diputados empiezan a recorrer la senda marcada por ese Elefante Blanco llamado Susana Díaz. Invocan la disciplina de partido, rota por los golpistas, para justificar ese gran silencio de los corderos iniciado por el jefe de la manada Antonio Hernández. Pero este serio problema se complica con los que ocupan escaños catalanes, vascos, gallegos o mallorquines, a los que se les ordena literalmente que se suiciden ahora en sus comunidades. Ahí no puede colar el cretinismo parlamentario, combinar la teoría del no con la práctica de la abstención. Por el momento, el Partido Socialista Catalán ya ha convocado su Consejo Nacional el próximo lunes, justo después de la reunión del comité federal.
Susana Díaz necesita subordinar todo el PSOE a Rajoy como Julián Besteiro tuvo que entregar toda la España republicana, casi una tercera parte del territorio, a Franco. Liquidado Pedro Sánchez como lo fuera Juan Negrín, la lideresa se ve obligada hoy, como aquel golpista de febrero de 1939, a terminar con toda resistencia a su autoridad. No caben reservas mentales, pese a que la lideresa corre el riesgo de verse sin honra y con urnas. La abstención que hoy regala a Rajoy, para evitar unas terceras elecciones, puede ser inútil si la Moncloa opta por convocar unas elecciones anticipadas un semestre después de diciembre. A partir del mes de mayo, cumplido el plazo de un año desde las anteriores, Rajoy podría convocarlas si lo estimase muy conveniente para sus intereses. Alguien debería explicarle a Susana Díaz lo que vivió Besteiro en la cárcel de Carmona después de entregar España a Franco. ¿Quién garantiza que Rajoy no imitará a su paisano?
El grave problema para el PSOE, del que empieza a ser consciente, es que Susana Díaz es la mejor discípula de ese nacionalismo andaluz defendido por Alejandro Rojas Marcos. Es toda una ironía del destino que este dirigente del desaparecido Partido Socialista Andaluz, viejo enemigo de Felipe González, se haya encarnado en la lideresa hasta el punto de que la federación andaluza del PSOE exprese hoy, mucho mejor que el PSA ayer, las tesis nacionalistas. Algo muy parecido a un PNV andaluz que solo analiza según los intereses de Andalucía. O mejor dicho, puesto que el nacionalismo vasco nunca ha intervenido en Madrid, algo parecido a una CiU andaluza que sí lo hace.
Que el PSOE se haya convertido hoy en un Protectorado del socialnacionalismo andaluz es un muy grave problema para el PSOE, puesto que lo encamina decididamente hacia la pasokización, pero muchísimo más preocupante es que apueste por encaminar a la sociedad española hacia la griega. Si esa política de duros recortes neoliberales que se nos viene encima en los próximos meses, ya pactados con la señora Merkel, no encuentra una respuesta socialdemócrata, el escenario social español será muy análogo al griego. Porque la abstención de Susana Díaz solo puede aportar más paro, precariedad y miseria, bastante similar por cierto, a la existente en toda Andalucía. Sin una alternativa al gobierno de Rajoy, España será cada vez más una copia de Grecia y el Mediterráneo acabará siendo un lago neoliberal."
submitted by EDUARDOMOLINA to podemos [link] [comments]


2016.05.21 18:59 ShaunaDorothy ¡Abajo la rapiña imperialista! ¡Por movilizaciones obreras contra el TLC, el ALCA y las privatizaciones! ¡Ninguna confianza en el PRD burgués! (1 - 2) (2003)

https://archive.is/DCQwx
Abajo la rapiña imperialista!
¡Por movilizaciones obreras contra el TLC, el ALCA y las privatizaciones!
¡Ninguna confianza en el PRD burgués!
Reproducido de Espartaco No. 20, primavera-verano de 2003.
El pasado 31 de enero, más de 100 mil manifestantes llenaron el enorme Zócalo de la Ciudad de México para protestar contra la brutalidad del Tratado de Libre Comercio para América del Norte (TLC). Esto fue porque el pasado primero de enero entraron en vigor las cláusulas del TLC que abren a la rapiña del "libre comercio" a todos los productos fundamentales de la economía agropecuaria excepto el maíz, el frijol y la leche. Al mismo tiempo, el gobierno de Vicente Fox está en medio de una campaña inhumana por retirar todos los subsidios al campo (hoy, ¡el subsidio gubernamental al campo en México es una décima parte del subsidio en EE.UU.!). Los manifestantes eran en su gran mayoría campesinos, pero también confluyeron miles de obreros organizados en contingentes sindicales, tanto del Sindicato Mexicano de Electricistas (SME) como de la Unión Nacional de Trabajadores (UNT), y grandes cantidades de estudiantes y ciudadanos individuales que se solidarizaron con las demandas campesinas. Días después, el 5 de febrero 19 manifestantes fueron violentamente golpeados y arrestados por los granaderos por colocar en el Ángel de la Independencia una manta en oposición al ALCA (Área de Libre Comercio de las Américas). Mientras tanto, la prensa nacional e internacional de todos los colores da cuenta todos los días de la desesperada situación que enfrenta el campo mexicano. El nombre de una de las organizaciones campesinas que ha surgido en los últimos meses deja bien clara la situación: "¡El campo no aguanta más!"
El inicio del TLC el primero de enero de 1994 estuvo marcado por el levantamiento del EZLN en Chiapas, con su denuncia del "libre comercio" como un "acta de defunción de las etnias indígenas en México, que son prescindibles para el gobierno". Siendo un país con aproximadamente cinco millones de campesinos pobres y sin tierra —en gran parte indígenas horriblemente oprimidos—, apenas unas 4 mil personas poseen el 56 por ciento de la tierra cultivable. Sin financiamiento suficiente, con técnicas de producción obsoletas, e incluso ancestrales, incapaces de competir en el mercado capitalista, la mayor parte de los agricultores produce fundamentalmente para el autoconsumo, y el ingreso mensual promedio del campesino es de menos de 500 pesos. En estas condiciones, millones de campesinos son forzados a abandonar su tierra y emigrar a la ciudad, donde enfrentan un destino de mendicidad, ambulantaje y prostitución. Sólo a la Ciudad de México, arriban 600 campesinos cada día.
Durante casi toda la década pasada, las maquiladoras sirvieron como pequeña válvula de escape para la explosividad del campo, atrayendo a la población rural que emigraba a los centros industriales en busca de un ingreso regular —aunque fuera raquítico—. Tan sólo de 1997 a 2001, el número de obreros maquiladores creció de unos 800 mil a un millón 240 mil. Pero incluso antes de la actual recesión económica, la industria podía emplear sólo a una ínfima parte de la población rural que era echada de sus tierras. Ahora se ha cerrado esa válvula, con despidos masivos y cierres de plantas a través del país y en proporciones aún mayores en la franja fronteriza. Tan sólo en 2001, según la Universidad Obrera, hubo en el país 810 mil despidos, de los cuales 310 mil se dieron en las maquiladoras. Estos despidos han afectado sobre todo a la mujer obrera, que constituye la mayoría de la fuerza de trabajo en las maquiladoras.
La firma del TLC se dio como parte de la ofensiva capitalista a escala mundial detonada por la destrucción contrarrevolucionaria de la URSS en 1991-92, una gigantesca derrota para los trabajadores que dio forma al mundo en el que todavía hoy vivimos. Es un mundo en el que el arrogante imperialismo estadounidense se ve a sí mismo como omnipotente y recorre el planeta misiles en mano confiado en que no va a encontrar ninguna oposición real. En ausencia del poderoso "enemigo común" que los imperialistas de EE.UU., Europa Occidental y Japón veían en la Unión Soviética, las rivalidades económicas entre ellos han pasado a primer plano.
Es como parte de esta competencia furiosa que el imperialismo estadounidense necesita cercar económicamente su "patio trasero" (es decir el México capitalista) para dejar afuera a sus rivales y quedar acreditado como la única potencia imperialista que puede saquear este territorio a voluntad. Para un país atrasado como México, la apertura comercial frente a un país imperialista como EE.UU., con su industria agrícola altamente avanzada y productiva, sólo puede significar una condena a muerte por hambre de miles de campesinos y una profundización aún mayor de la subyugación política y la rapiña económica. Así mismo, la "libre competencia" con EE.UU. exige al capitalismo mexicano un recrudecimiento en su campaña por la "competitividad", que es el eufemismo que usan los portavoces del capital para referirse a su guerra permanente contra los sindicatos y las conquistas obreras. Y es que son precisamente la mano de obra barata y la brutalidad de las condiciones de trabajo permitidas en el México burgués lo que atrae a los voraces capitalistas de EE.UU., España y otros países en busca de ganancias.
Al mismo tiempo, la burguesía mexicana busca desesperadamente complacer a sus amos imperialistas vendiendo la industria nacionalizada a la iniciativa privada. A excepción de la energía eléctrica y el petróleo, prácticamente toda la industria estatal ha desaparecido —Altos Hornos, Concarril, la Fábrica Nacional de Máquinas-Herramientas, etc.—. Todavía está fresca la experiencia de Ferrocarriles Nacionales, que después de la privatización despidió a cuatro quintas partes de sus trabajadores. Más aún, la espantosa crisis de Argentina, un país donde las industrias clave habían sido privatizadas, muestra claramente a dónde lleva el camino que ordena el FMI —¡más del 60 por ciento de la población vive por debajo del nivel oficial de pobreza!—. Como decía un evocativo cartel publicado por el SME: "si privatizar es la cura, ¿por qué Argentina agoniza?"
Los marxistas defendemos a la industria nacionalizada contra la actual embestida privatizadora, que es un intento por elevar la tasa de explotación de los obreros y las ganancias de los capitalistas, especialmente con el pillaje por los imperialistas a través del TLC. Las nacionalizaciones del petróleo y la industria eléctrica fueron un golpe al imperialismo, y estamos por el derecho de los países coloniales y semicoloniales a explotar sus propios recursos naturales. Como explicó Trotsky en "México y el imperialismo británico" (1938) refiriéndose a la expropiación petrolera: "la expropiación es el único medio efectivo para salvaguardar la independencia nacional y las condiciones elementales de la democracia". A fin de cuentas, la única forma de obtener la emancipación frente al imperialismo consiste en la expropiación de toda la burguesía y la construcción de una economía planificada mediante la revolución socialista.
Como tendencia internacional, los espartaquistas nos hemos opuesto desde el principio al TLC, del mismo modo como hoy nos oponemos a su intensificación y a su extensión al resto de América Latina bajo la forma del ALCA. No basta "renegociar" tal o cual cláusula, ¡hay que echarlo abajo! Cuando el tratado empezó a negociarse entre los gobiernos de Carlos Salinas y Bush padre en 1991, las secciones de México, Estados Unidos y Canadá de la Liga Comunista Internacional (LCI) emitimos una declaración internacionalista de oposición al tratado (ver "Alto al TLC, rapiña a México por el imperialismo EE.UU.", Espartaco No. 2). Tomando como punto de partida el interés indivisible del proletariado mundial, la declaración trinacional explica:
"Lejos de ‘liberar’ el comercio a escala internacional, el tratado tiene como meta el establecimiento de un coto de caza privado para la burguesía imperialista estadounidense, sus socios menores canadienses y sus lacayos en la clase dominante mexicana. Ya desde los tiempos de la Primera Guerra Mundial, Lenin señalaba que los estrechos límites del estado-nación capitalista se habían convertido en una traba para el desarrollo de las fuerzas productivas, dando origen a una lucha por una nueva repartición del mundo. Los diversos ‘mercados comunes’ de ningún modo superan esto, sino que intensifican las rivalidades interimperialistas. Nosotros los trotskistas, los comunistas, luchamos por la integración económica del mundo sobre bases socialistas. Pero el TLC es un paso reaccionario hacia la guerra comercial mundial (y de ahí a una guerra armada). El pacto comercial con México es la respuesta del imperialismo estadounidense al IV Reich y a Japón, S.A."
Para luchar contra las privatizaciones y el TLC es necesario movilizar el poder social de la clase obrera: ¡Por movilizaciones obreras para detener el TLC y el ALCA!
¡Por la revolución obrera! ¡Por una federación socialista de las Américas!
La historia del capitalismo latinoamericano ha sido una de constantes oscilaciones entre el proteccionismo populista y la retórica nacionalista, por un lado, y la apertura comercial del "libre mercado" por el otro. Alternativamente, la burguesía de estos países recurre al populismo, temerosa del descontento de las masas, y protege su industria con barreras arancelarias y subsidios. Entonces, bajo la presión política del imperialismo y por su propia ineficacia interna, este modelo fracasa y la burguesía recurre nuevamente al liberalismo del "libre mercado", entregando la economía a los imperialistas, que en pocos años fracasa también al destruir al mercado interno y condenar a las masas a un empobrecimiento aún mayor, y el ciclo vuelve a comenzar. El ascenso de gobernantes burgueses con retórica populista como Chávez en Venezuela y el socialdemócrata Lula en Brasil apunta hacia esto último. Las únicas constantes en esta inhumana rueda de la fortuna son la subyugación frente al imperialismo y la miseria humana de millones de campesinos y trabajadores.
México es un país capitalista atrasado, política y económicamente dependiente de los imperialistas estadounidenses. Ha habido a lo largo de las últimas décadas una inversión masiva de capital imperialista. Esto se ha traducido en un desarrollo desigual y combinado; las condiciones de subyugación ancestrales del campo coexisten con una infraestructura industrial moderna y correspondientemente, con un proletariado urbano joven, poderoso y dinámico. La mayor parte de esas industrias modernas que se han levantado en suelo mexicano no le pertenecen a una burguesía nacional desarrollada correspondientemente, sino al imperialismo extranjero (estadounidense en su mayor parte). Por eso, la burguesía nacional de países como México tiene el control del poder estatal, pero es socialmente débil y está condenada a vivir dependiendo de sus patrones imperialistas, enfrentando al mismo tiempo a un proletariado moderno y poderoso y a una masa de campesinos descontentos en su propio territorio.
A diferencia del viejo campesinado, la clase obrera moderna se encuentra en una relación directa con los medios de producción (y generación de ganancia) más dinámicos y productivos de la sociedad: tiene, pues, el poder social necesario para emprender victoriosamente la lucha por la emancipación de todos los explotados y oprimidos. Así, es este proletariado industrial moderno, resultado de la inversión y de la sed de ganancias del capitalismo, el que puede convertirse en su sepulturero. En última instancia, la burguesía nacional teme mucho más a la movilización de "sus propias" masas, que a sus amos estadounidenses.
Pero si la subordinación de los panistas a los dictados de Estados Unidos es franca y bien conocida, existen otras fuerzas capitalistas de ideología nacionalista que se presentan como una alternativa a esta subyugación descarada y proponen en cambio una subyugación más "digna". Este es el caso del PRD, fundado por viejos dirigentes priístas como Cuauhtémoc Cárdenas en oposición al giro "neoliberal" del PRI en la década de 1980.
Hoy, los funcionarios perredistas conceden medidas mínimas de bienestar social en las entidades que gobiernan (como los subsidios a los adultos mayores de López Obrador en el DF), que en contraste con las medidas descaradamente antipopulares de los panistas (como el incremento del IVA), los hacen parecer amigos de las masas. Este partido nacionalista ha sido desde su origen un polo de atracción para toda la "izquierda" reformista, que sueña con una solución nacionalista burguesa a las reivindicaciones democráticas más candentes. Pero el PRD no es más que un partido burgués comprometido a la perpetuación de la dominación capitalista. Por eso mismo tampoco puede poner en duda la subordinación de México al imperialismo estadounidense.
Esto se ha reflejado explícitamente en la posición del PRD respecto al TLCAN, al que este partido no se opone, limitándose a pedir que su capítulo agrario se renegocie en términos menos desfavorables. Cuando el tratado se firmó en 1991, Cuauhtémoc Cárdenas habló de un fantasioso "tratado alternativo" de libre comercio con el imperialismo que incluyera un "estatuto social" y "normas comunes sobre derechos laborales, sociales y medioambientales" (Canadian Tribune, 21 de enero de 1991). Cárdenas ofrece sus políticas populistas burguesas como una forma más factible de crear una "convergencia de intereses nacionales" con los imperialistas yanquis, ya que "únicamente un gobierno mexicano con...credenciales nacionalistas impecables" puede hacer que la clase obrera acepte "compartir" las consecuencias (Foreign Policy, primavera de 1990). Esta política no es el resultado de una traición encubierta ni de la corrupción de tal o cual dirigente, sino que es la consecuencia lógica e ineludible de su carácter de clase. Pese a que ocasionalmente el PRD utiliza la movilización popular para situarse mejor en su competencia con sus rivales burgueses, este partido ha mostrado sobradamente que está perfectamente dispuesto a reprimir todo intento de los oprimidos de rebelarse contra las injusticias inherentes al capitalismo. Así, el gobierno perredista de la Ciudad de México reprimió sistemáticamente las manifestaciones de la huelga estudiantil de 1999-2000 en defensa de la educación gratuita, trató repetidamente de descarrilarla por medios políticos, y finalmente apoyó el reaccionario "referéndum" que las autoridades universitarias usaron para "justificar" la brutal represión del 6 de febrero, además de mandar a sus propios granaderos en apoyo a la Policía Federal Preventiva para romper la huelga. Fue este gobierno quien ordenó el sangriento desalojo de los residentes de Xochimilco el otoño pasado. Hoy, el gobierno del DF ha llegado al extremo de solicitar la asesoría del cerdo racista Rudolph Giuliani, que como alcalde de Nueva York se hizo famoso por sus medidas policiacas de estado de sitio, incluyendo el famoso caso de Amadou Diallo, un inmigrante africano inocente y desarmado, que murió acribillado con 41 tiros a manos de la policía de Giuliani —¡esto es lo que significa su famosa "tolerancia cero"!—.
Pero si bien a fuerza de macanazos muchos jóvenes activistas han ido perdiendo sus ilusiones en que el PRD burgués pueda actuar directamente como un defensor genuino de los intereses de los oprimidos, en ausencia de un movimiento obrero combativo y prominente, muchos siguen viendo con esperanza a las organizaciones campesinas como el EZLN o los ejidatarios de Atenco para que actúen como un centro del movimiento de resistencia popular. Para ellos, el proletariado no es más que otro sector oprimido, o en todo caso un aliado potencialmente útil. La ausencia de un movimiento obrero combativo que atraiga a los miles de jóvenes que hoy buscan la dirección de los zapatistas subraya el papel reaccionario de las actuales direcciones procapitalistas del movimiento sindical.
En realidad, el campesinado por sí solo no tiene ni el poder social ni el interés objetivo para convertirse en la vanguardia de la emancipación general. Por eso está destinado a seguir políticamente a una de las dos clases fundamentales de la sociedad urbana moderna: el proletariado o la burguesía. En el contexto de una lucha frontal entre la clase obrera y la burguesía, los campesinos pobres pueden ser un aliado importante del proletariado, pero como lo mostró la experiencia de la revolución mexicana de 1910, en ausencia de un proletariado movilizado independientemente, el movimiento campesino está condenado a regresar a la órbita de la política burguesa (ver "Un análisis marxista de la Revolución Mexicana de 1910", Espartaco No. 12). Un ejemplo contemporáneo de esto es la guerrilla del EZLN que a lo largo de su historia, en cada disyuntiva política de relevancia nacional (como las elecciones), ha seguido sistemáticamente la dirección política del PRD. A pesar de sus recientes y justificadas denuncias al PRD por haber votado a favor de la infame "ley [anti]indígena" en el Senado, la estrategia fundamental del EZLN es presionar al gobierno burgués en turno. El EZLN no cuestiona al capitalismo —la raíz de la miseria en la ciudad y en el campo— sino que plantea reformarlo mediante la presión de las masas. Los comunistas llamamos a defender al EZLN y las demás guerrillas izquierdistas del terror estatal burgués, pero también combatimos toda ilusión en que puedan constituir una dirección independiente del movimiento social contra la burguesía.
Una de las bases fundamentales de la economía agrícola de autoconsumo es el ejido. En su cruzada por abrir completamente el campo mexicano a la rapiña imperialista, el gobierno de Salinas aprobó en 1991 la reforma al artículo 27 constitucional que permite a los terratenientes privados comprar, arrendar o enajenar la propiedad ejidal, supuestamente para hacer la tierra más competitiva. Pero la mayor parte de las tierras ejidales son infértiles: laderas rocosas o valles semidesérticos como las "Tierras flacas" descritas en la famosa novela de Agustín Yáñez. La pérdida de estos ejidos priva a sus propietarios de su delgada base de subsistencia, y los condena a una vida de extrema miseria en las ciudades, ya que el dinero que podrían obtener a cambio de sus ejidos apenas alcanza para mantener a una familia por uno o dos meses.
Los comunistas nos oponemos al despojo forzoso de tierras de los campesinos pobres y nos solidarizamos con sus luchas contra los terratenientes y el gobierno, como hicimos cuando el gobierno de Fox pretendía expropiar las tierras ejidales de San Salvador Atenco para construir un aeropuerto. Sin embargo, entendemos que la conservación de las actuales condiciones de la propiedad ejidal no es ninguna panacea. Como escribimos en un volante de julio pasado:
"A diferencia de muchos intelectuales pequeñoburgueses y seudoizquierdistas, nosotros no romantizamos las actuales condiciones de pobreza, aislamiento y atraso del campo mexicano. Queremos que los avances de la tecnología —como educación, tractores, irrigación, comunicaciones, etc.— estén al alcance de la población rural elevando su nivel de comodidad, productividad y cultura. Es imposible llevar esto a cabo dentro del marco del capitalismo: un sistema basado en la producción de ganancias para un puñado de patrones y la miseria de la inmensa mayoría."
—reimpreso en "Atenco: campesinos detienen la expropiación de Fox", Espartaco No. 19, otoño de 2002.
http://www.icl-fi.org/espanol/oldsite/privatizacion.htm
submitted by ShaunaDorothy to Espartaco [link] [comments]


2016.04.25 12:06 x_p_t_o Estatutos do PCP : uma análise por altura do 25 de Abril

25 de Abril. O dia da liberdade. O dia em que Portugal conseguiu, finalmente, livrar-se da ditadura. O dia em que a censura acabou. O dia em que os portugueses sonharam com um país em que são eles, e não quem manda, que decide o que é melhor para cada um. O dia em que o PCP passou a defender todos estes valores de Abril como se fossem a coisa mais importante do mundo. Mas, como em quase tudo no PCP, "faz o que eu digo, mas não faças o que eu faço".
Artº 6º
Actualmente, e na continuidade do programa da revolução democrática e nacional aprovado no VI Congresso do PCP e dos ideais, conquistas e realizações históricas da revolução de Abril, o PCP luta por uma democracia avançada - os valores de Abril no futuro de Portugal, simultaneamente política, económica, social e cultural, com cinco componentes ou objectivos fundamentais:
  • um regime de liberdade no qual o povo decida do seu destino e um Estado democrático, representativo, participado e moderno;
Ou seja, o PCP quer para Portugal que Portugal seja um país onde quem manda é o povo. Quem decide o que é o melhor para o país é o povo, não o bando de iluminados que estão no poder. Quem elege o poder é o povo. Parece claro que, para o PCP, "o povo é quem mais ordena".
Mas isto é o que o PCP diz ao País. Porque dentro do próprio PCP, não é o militante quem mais ordena. Quem mais ordena é uma estrutura chamda Comité Central.
Artº 31º
  1. O Comité Central é o organismo que dirige a actividade do Partido no intervalo dos Congressos, assumindo a responsabilidade de traçar, de acordo com a orientação e resoluções dos Congressos, a orientação superior do trabalho político, ideológico e de organização do Partido.
Tudo muito certo, é uma espécie de governo. Não é o povo que mais ordena, é Comité Central mas todos os partidos precisam de alguém que os dirija, não há mal nenhum nisso. Só haveria mal se o povo não elegesse o Comité Central. Mas até parece que elege. Vejamos o Artº 28 dos Estatutos.
Artº 28º
Concluindo o debate obrigatoriamente realizado em todo o Partido na fase preparatória, compete aos Congressos ordinários:
e) eleger o Comité Central do Partido, na base da proposta feita pelo Comité Central cessante, que os delegados apreciarão, podendo fazer propostas nos termos do regulamento aprovado pelo Congresso.
É aqui que as coisas se complicam. O mundo democrático lindo e fabuloso onde é o povo que decide o que é melhor para ele, prometido pelo PCP no princípio dos seus estatutos começa a ser outra coisa.
É que quem escolhe o Comité Central é o próprio Comité Central, que depois o apresenta ao Congresso (o povo) para que o aprove.
De reparar que em nenhum lugar dos Estatutos se fala na possibilidade de outras pessoas poderem constituir uma outra lista para ir para o Comité Central, como em qualquer partido normal. Como em qualquer democracia normal.
Não. No PCP, ou votas em quem o Comité Central anterior decide ou votas em quem o Comité anterior decide. Admitamos: é uma noção de democracia estranha. Afinal, "o Comité Central é quem mais ordena".
E quanto ao Secretário-Geral, o povo manda alguma coisa?
Artº 35º
O Comité Central tem a faculdade de eleger, de entre os seus membros, um Secretário-Geral do Partido.
Népia. Quem decide quem manda no Partido é o Comité Central. No PCP, são os tipos do Comité Central que acham que sabem quem manda melhor no Partido. O povo não ordena também aqui. Nem a democracia nem o povo.
E não há nada mais democrático do que organizar um congresso para mudar de líder, por exemplo. Se o povo ordena, também pode estar descontente com o líder que tem e pedir novas eleições.
Afinal de contas, não há nada mais Abril do que isso: o povo não gostava de Salazar e achou por bem tirá-lo.
Assim, como é no PCP tirar o secretário-geral? E quanto aos congressos ordinários, como é? E será que os militantes de base podem pedir um congresso extraordinário e dizer de sua justiça? Pura e simplesmente não é possível.
Artº 27º
  1. A convocação e a organização do Congresso é da competência do Comité Central, que elabora e aprova as normas de representação, o regulamento da fase preparatória e a proposta de regulamento do Congresso.
  2. Podem realizar-se Congressos Extraordinários por deliberação do Comité Central, que definirá os seus objectivos e ordem de trabalhos.
Ou seja, mais uma vez, é o Comité Central quem mais ordena. Queres tirar o Secretário-Geral do poder? Não podes. Queres mudar de secretário-geral? Não podes. Queres apresentar um Secretário-Geral noutra lista? Não podes.
Quem decide quem é o Secretário-Geral do PCP é o Comité Central e o resto são tretas. Ou seja, quando o Congresso elege o Comité Central, está a decidir quem é que decide pelos militantes quem manda nos militantes. Como se o Congresso servisse para nomear os Senadores que, por sua vez, decidem qual de dentro deles, é o melhor para governar todo o Partido.
Não sei se se lembram mas o Estatuto começa com isto:
um regime de liberdade no qual o povo decida do seu destino
Pois, PCP. Se calhar, antes de implantares esse regime no País, tenta primeiro que isso aconteça em tua casa. Talvez assim levem essa frase mais a sério.
source: http://www.pcp.pt/estatutos-do-pcp
submitted by x_p_t_o to portugal [link] [comments]


2016.03.06 13:25 felipustero Cómo apoya Turquía a los yihadistas.

Con su presentación al Consejo de Seguridad de la ONU de un informe de inteligencia sobre el activo apoyo de Ankara a los yihadistas, Rusia plantea de hecho la cuestión del futuro de Turquía. El documento incluye una decena de revelaciones que denuncian las acciones de los servicios de inteligencia turcos (MIT). El problema es que cada una de las operaciones citadas está vinculada a otras operaciones en las que los mismos actores procedieron junto a Estados Unidos o junto a los aliados de Estados Unidos y en contra de Rusia. Estos datos de inteligencia viene a agregarse a los que ya estaban disponibles sobre los vínculos personales del presidente turco Erdogan con el banquero de al-Qaeda y sobre la participación del hijo del propio Erdogan en la comercialización ilícita del petróleo robado por el Emirato Islámico.
Rusia entregó a los miembros del Consejo de Seguridad de la ONU un informe de inteligencia sobre las actividades de Turquía a favor de los yihadistas que operan en Siria [1]. Este documento revela una decena de hechos que constituyen, todos y cada uno de ellos, violaciones de una o de varias resoluciones del Consejo de Seguridad.
Con la entrega de esos datos de inteligencia, Rusia pone a los miembros del Consejo de Seguridad frente a sus propias responsabilidades y lo mismo sucede, por ende, con varias organizaciones intergubernamentales. Si aplicara estrictamente el derecho internacional, el Consejo de Seguridad tendría que exigir las pruebas correspondientes sobre todo lo que aparece en el informe de inteligencia ruso y exigir además explicaciones de parte de Turquía. Y si llegara a comprobarse la culpabilidad de Turquía, el Consejo de Seguridad tendría que imponer sanciones bajo el capítulo VII de la Carta de las Naciones Unidas, o sea recurriendo al uso de la fuerza.
Por su parte, la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) y la Organización para la Cooperación Islámica tendrían que decretar la exclusión de este Estado renegado [2], mientras que la Unión Europea debería poner fin a las negociaciones de adhesión.
Pero una lectura cuidadosa del informe de la inteligencia rusa muestra que un análisis de los hechos que en él se mencionan provocaría la apertura de muchos otros expedientes y acabaría implicando a otras potencias. Por esa razón, lo más probable es que ese informe no sea objeto de discusión pública y que el futuro de Turquía acabe negociándose a puertas cerradas.
El caso de Mahdi al-Harati
Nacido en Libia, en 1973, Mahdi al-Harati emigró a Irlanda, donde fundó una familia.
En mayo de 2010, Mahdi al-Harati se halla a bordo del Mavi Marmara, buque insignia de la «Flotilla de la Libertad», organizada por la ONG turca IHH para enviar ayuda humanitaria a la franja de Gaza. En un verdadero acto de piratería, las fuerzas armadas de Israel asaltan la flotilla en aguas internacionales, provocando un escándalo internacional. Tsahal [3] secuestra en aguas internacionales a los pasajeros de la flotilla, llevándolos ilegalmente a Israel, y finalmente los libera [4]. El entonces primer ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, visita en un hospital a los militantes heridos durante el asalto y recientemente liberados. Su oficina difunde entonces una fotografía en la que puede verse a uno de esos militantes besando a Erdogan en la frente, como a un padre. Este personaje es un turco-irlandés, El Mehdi El Hamid El Hamdi, en realidad, el libio-irlandés Mahdi al-Harati.
JPEG - 21.9 KB En julio de 2011, se reporta un robo con efracción en el domicilio de al-Harati en Rathkeale (Irlanda). Su compañera, Eftaima al-Najar, recurre a la policía y denuncia el robo de preciosas joyas egipcias y libias y de 200 000 euros en billetes de 500. Al ser contactado telefónicamente, Mahdi al-Harati confirma a la policía haberse reunido con las autoridades de Qatar, Francia y Estados Unidos y haber recibido de la CIA la suma mencionada para contribuir al derrocamiento de Muammar el-Kadhafi [5]. Pero más tarde negará aquellas primeras declaraciones, cuando la Resistencia libia trata de sacar el caso a la luz [6].
En julio-agosto de 2011, Mahdi al-Harati encabeza la Brigada de Trípoli –de la que también es miembro su cuñado, Hosam al-Najjair–, una unidad de al-Qaeda que actúa bajo las órdenes de miembros de la Legión Extranjera de Francia y a la que la OTAN ha ordenado tomar el hotel Rixos [7]. Oficialmente, el hotel Rixos es el centro de prensa internacional, pero el constructor turco del edificio ha puesto en conocimiento de la OTAN que allí existe un sótano, accesible desde el exterior, donde se refugian varios miembros de la familia de Kadhafi y responsables de la Yamahiriya. Durante varios días, Mahdi al-Harati, sus yihadistas y los militares franceses luchan contra los soldados de Khamis Kadhafi que defendían el hotel [8].
En septiembre de 2011, la OTAN nombra a Mahdi al-Harati como segundo de Abdelhakim Belhadj, el jefe histórico de al-Qaeda en Libia, quien a su vez se había convertido en «gobernador militar de Trípoli», también por obra y gracia de la OTAN [9]. Al-Harati dimite el 11 de octubre, supuestamente por divergencias con Belhadj [10].
Pero, en noviembre de 2011, y nuevamente junto a Abdelhakim Belhadj, Mahdi al-Harati dirige un grupo de entre 600 y 1 500 yihadistas de al-Qaeda en Libia –antiguamente conocida como Grupo Islámico Combatiente en Libia (GICL)– registrados como refugiados y transportados por vía marítima hasta Turquía bajo la responsabilidad de Ian Martin, ex secretario general de la Fabian Society y de Amnistía Internacional, convertido en representante especial de Ban Ki-moon.
A su llegada a Turquía, los yihadistas son trasladados en autobuses, escoltados por el MIT (los servicios secretos turcos), hasta Siria. Ya en suelo sirio, se instalan en Jabal al-Zuia, donde crean –por cuenta de Francia– el Ejército Sirio Libre (ESL). Durante cerca de 2 meses, Abdelhakin Belhadj y Mahdi al-Harati reciben a todos los periodistas occidentales que tratan de cubrir los acontecimientos en Siria pasando por Turquía. Pero los reciben en un lugar previamente transformado en una «aldea Potenkim» [11]. La oficina del primer ministro Erdogan participa directamente en la operación de propaganda poniendo a los periodistas en contacto con individuos que los transportan en motocicleta –violando la frontera turco-siria– hasta Jabal al-Zuia. Allí, los periodistas pueden ver diariamente miles de personas haciendo manifestaciones «contra la dictadura de Bachar al-Assad y por la democracia». La prensa occidental concluye así que se trata de una revolución, hasta que el periodista Daniel Iriarte, del diario español ABC, comprueba que la mayoría de los manifestantes no son sirios y reconoce a sus jefes libios, Abdelhakim Belhadj y Mahdi al-Harati [12]. Poco importa. La farsa montada por La Brigada de los Halcones del Levante (Suqour al-Sham Brigade) ya ha logrado el resultado que se quería. El mito de un «Ejército Libre Sirio» supuestamente integrado por «desertores del ejército sirio» ya está en marcha y los periodistas que lo alimentaron nunca reconocerán haberse dejado engañar.
En septiembre de 2012, Mahdi al-Harati vuelve a Libia por razones de salud, pero sólo después de haber formado –junto a su cuñado– un nuevo grupo yihadista, Liwa al-Umma (la Brigada de la Umma) [13].
En marzo de 2014, Mahdi al-Harati escolta un nuevo grupo de yihadistas libios que llega a Turquía por mar. Según el informe de la inteligencia rusa, el número 2 del régimen turco, Hakan Fidan, jefe del MIT (los servicios secretos turcos), quien acaba de reincorporarse a sus funciones, se hace cargo de ese grupo. Estos yihadistas se unen al Emirato Islámico pasando por el puesto fronterizo de Barsai. Esta decisión es resultado de la reunión organizada en Washington por la consejera de seguridad nacional del presidente Obama, Susan Rice, con los jefes de los servicios secretos de las monarquías del Golfo y de Turquía con vistas a confiarles la continuación de la guerra contra Siria, supuestamente sin tener que utilizar a al-Qaeda y el Emirato Islámico [14].
En agosto de 2014, Mahdi al-Harati resulta «electo» alcalde de Trípoli, con el apoyo de Qatar, de Sudán y de Turquía. Depende entonces del gobierno de Trípoli, dominado por la Hermandad Musulmana, y rechaza el gobierno de Tobruk, respaldado por Egipto y los Emiratos Árabes Unidos.
La trayectoria de Mahdi al-Harati demuestra los vínculos existentes entre al-Qaeda en Libia, el Ejército Sirio Libre, el Emirato Islámico y la Hermandad Musulmana, lo cual reduce a polvo la teoría de la supuesta revolución democrática en Siria. También demuestra el apoyo que esa red recibió de Estados Unidos, Francia y Turquía.
El traslado de combatientes del Emirato Islámico desde Siria hacia Yemen
El informe de la inteligencia rusa revela que los servicios secretos turcos organizaron el traslado de combatientes del Emirato Islámico desde Siria hacia Yemen. Estos yihadistas fueron trasladados a Adén por avión o por barco.
Esta información ya había sido dada a conocer, el 27 de octubre de 2015, por el general Ali Mayhub, vocero del Ejército Árabe Sirio. Según sus declaraciones, al menos 500 yihadistas del Emirato Islámico había recibido ayuda del MIT turco para viajar a Yemen. Habían sido enviados en 2 aviones de Turkish Airlines, uno de Qatar Airways y otro de los Emiratos Árabes Unidos. A su llegada a Adén, fueron divididos en 3 grupos. El primero viajó al estrecho de Bab el-Mandeb, el segundo a Marib y el tercero fue enviado a Arabia Saudita.
Ampliamente difundida por los medios de prensa árabes pro-sirios, esta información fue totalmente silenciada por la prensa occidental. Del lado yemenita, el general Sharaf Luqman, vocero de los militares fieles al ex presidente Saleh, confirmó la denuncia siria y agregó que los yihadistas habían sido recibidos en Yemen por mercenarios de Blackwater-Academi.
La «aldea tártara»
El informe de la inteligencia rusa menciona además el caso de la «aldea tártara», un grupo étnico tártaro inicialmente basado en Antalya y posteriormente desplazado por el MIT más hacia el norte, hasta Eskisehir. Aunque el informe precisa que dicho grupo incluye combatientes de al-Qaeda y que está implicado en la ayuda a combatientes islamistas en Siria, no explica por qué fue desplazado a un lugar donde se halla geográficamente más lejos de la frontera siria ni precisa en qué consisten sus actividades.
Los tártaros constituyen la segunda minoría étnica rusa y son muy pocos los que comulgan con la ideología yihadista de la Hermandad Musulmana o del Hizb-ut-Tahrir. - Sin embargo, en marzo de 2012, islamistas árabes de Tartarstán atacaron una exposición sobre Siria «cuna de la civilización» en el museo de Kazán. Semanas después, el 5 de agosto de 2012, yihadistas árabes y tártaros se reúnen en Kazán. Representantes de al-Qaeda participan en el encuentro. - En diciembre de 2013, yihadistas tártaros panturquistas del movimiento Azatlyk (Libertad), abandonan el teatro de operaciones sirio y viajan a Ucrania para formar parte de un servicio de protección de los manifestantes de la plaza Maidan, en espera del golpe de Estado. Mientras tanto, otros miembros de la misma organización realizan manifestaciones en Kazán. - El 1º de agosto de 2015, un Congreso Mundial de Tártaros se desarrolla en Ankara, con apoyo y participación de los gobiernos de Ucrania y Turquía. Preside este congreso el célebre agente de la CIA durante la guerra fría, Mustafa Yemilev, y decide crear una «brigada musulmana internacional» para «liberar» Crimea. Yemilev es recibido de inmediato por el ahora presidente turco Recep Tayyip Erdogan [15]. Esa brigada dispone de instalaciones en Jersón (Ucrania) y organiza varios sabotajes en Crimea, entre ellos un corte gigantesco de electricidad (provocado desde Ucrania). Posteriormente, al no lograr penetrar masivamente en Rusia, sus miembros van a servir de refuerzos a las tropas ucranianas en el Donbass.
Si el Consejo de Seguridad de la ONU se interesara por investigar un poco sobre la «aldea tártara» se daría rápidamente cuenta de que Estados Unidos, Turquía y Ucrania sirven de sponsors a los yihadistas tártaros en Siria, en Crimea y en Tartatstán, lo cual incluye a miembros de al-Qaeda y del Emirato Islámico.
Los turcomanos de la Brigada Sultan Abdulhamid
Turquía, que no ha movido un dedo para socorrer a los turcomanos iraquíes masacrados por el Emirato Islámico, en cambio utiliza a los turcomanos sirios en contra de la República Árabe Siria. Esos elementos están organizados por los «Lobos Grises», partido político turco de carácter paramilitar históricamente vinculado a los servicios secretos de la OTAN en su lucha contra el comunismo [en el marco de la «Operación Gladio»]. Por ejemplo, fueron los Lobos Grises quienes organizaron el intento de asesinato contra el papa Juan Pablo II, perpetrado en 1981 [16]. Los Lobos Grises están presentes en Europa, principalmente entre los socialdemócratas belgas y los socialistas neerlandeses, llegando incluso a instalar una coordinación europea en Francfort. En realidad, los Lobos Grises no son un partido por sí mismos sino que constituyen la rama paramilitar del MHP (Milliyetci Hareket Partisi, Partido de Acción Nacionalista).
Las brigadas turcomanas organizan, con el MIT [los servicios secretos turcos], el saqueo de las fábricas de la ciudad siria Alepo. Expertos turcos viajan a las regiones de Alepo bajo control de los grupos armados anti-Assad, desmontan las máquinas herramientas de las instalaciones industriales y las envían a Turquía, donde serán montadas nuevamente para su explotación. Al mismo tiempo, las brigadas turcomanas ocupan la zona fronteriza con Turquía, donde el MIT instala y controla campos de entrenamiento de yihadistas.
En noviembre de 2015, es la vedette de los turcomanos sirios, el turco Alparslan Celik –miembro de los Lobos Grises y uno de los comandantes de la Brigada Sultan Abdulhamid– quien ordena el asesinato de los dos pilotos del bombardero táctico Su-24 derribado por cazas turcos, con ayuda de un avión de vigilancia y control radioeléctrico AWACS de Arabia Saudita. Uno de los pilotos rusos fue efectivamente ejecutado.
En 1995, los Lobos Grises habían organizado, con la firma inmobiliaria turco-estadounidense Celebiler isaat (que financia las campañas electorales de Hillary Clinton), un amplio reclutamiento de 10 000 yihadistas para enviarlos a luchar en Chechenia. Se instala entonces una base de entrenamiento en la ciudad universitaria de Top Kopa, en Estambul. Uno de los hijos del general Djokhar Dudayev dirigía el traslado de los reclutados desde Turquía a través de Azerbaiyán, junto al MIT.
El informe de la inteligencia rusa revela que el MIT turco creó la Brigada Sultan Abdulhamid –que reagrupa los principales grupos armados turcomanos– y que entrenó a sus miembros en la base de Bayir-Bucak, bajo la dirección de instructores de las fuerzas de intervención especial del estado mayor del ejército turco y de agentes del propio MIT. El documento precisa que la brigada turcomana colabora con al-Qaeda.
Toda investigación un poco más profunda llevaría al Consejo de Seguridad de la ONU a reabrir viejos expedientes criminales y a comprobar los vínculos entre la Brigada Sultan Abdulhamid, los Lobos Grises y al-Qaeda.
La IHH e Imkander
El informe de la inteligencia rusa revela el papel de 3 ONGs humanitarias turcas en la entrega de armamento a los yihadistas. Se trata de la IHH, de Imkander y de Oncu Nesil. La Declaración Final del Grupo Internacional de Apoyo a Siria (GSIS, siglas en inglés), reunido en Munich durante los días 11 y 12 de febrero de 2016, parece validar esa acusación ya que en ella se estipula que, en lo adelante, Estados Unidos y Rusia se ocuparán de garantizar que los convoyes humanitarios no transporten otra cosa que material humanitario. Hasta ese momento, el gobierno de Damasco y la prensa habían denunciado constantemente que las mencionadas ONGs estaban apoyando a los yihadistas, pero nadie escuchaba esas denuncias. En septiembre de 2012, un barco fletado por la IHH transportó armas hacia Siria por cuenta de la Hermandad Musulmana [17].
Sólo conozco las dos primeras organizaciones mencionadas.
La IHH es una asociación fundada e impulsada por el Partido de la Prosperidad turco (Refah), de Necmettin Erbakan, pero sin ningún vínculo orgánico ni en materia de estatutos con esa formación política. Se registró primeramente en Alemania, en Friburgo-en-Brisgau, en 1992, bajo la denominación de Internationale Humanitäre Hilfe (IHH), y posteriormente, en 1995, fue registrada en Estambul (Turquía), bajo la denominación Insani Yardim Vakfi. Al ser su nuevo acrónimo IYV, en vez de IHH, incluyó delante de su nombre las palabras Insan Hak ve Hurriyetleri, lo cual significa en turco «Derechos humanos y libertades». Bajo la pantalla de la entrega de ayuda humanitaria a los musulmanes de Bosnia y Afganistán, esta organización les enviaba armas, lo cual correspondía perfectamente con la estrategia de la OTAN. Seguidamente, la IHH también respaldó militarmente el Emirato Islámico de Ichkeria (en Chechenia) [18]. En 2006, la IHH organizó en la mezquita Fatih de Estambul un funeral multitudinario, sin el cuerpo pero con decenas de miles de militantes, por el yihadista checheno Chamil Basayev, muerto por las fuerzas rusas después de haber dirigido la masacre perpetrada en la escuela de Beslan [19].
La IHH adquirió renombre internacional al organizar junto al AKP (partido sucesor del Refah) la ya mencionada «Flotilla de la Libertad» que transportaría ayuda humanitaria hasta Gaza, rompiendo así el bloqueo israelí. La operación contaba con el visto bueno de la Casa Blanca, que quería humillar al primer ministro israelí Benyamin Netanyahu. Entre los pasajeros de la flotilla estaba en también ya mencionado Mahdi al-Harati. El informe de la Comisión de la ONU presidida por Geoffrey Palmer muestra que, contrariamente a lo que se había dicho, la flotilla no transportaba ninguna carga humanitaria, lo cual lleva a la conclusión de que la IHH sabía de antemano que no llegaría a Gaza y abre una lógica interrogante sobre los verdaderos objetivos de aquella expedición.
El 2 de enero de 2014, la policía turca –que acababa de detener por blanqueo de dinero a los hijos de 3 ministros y el director de un importante banco– intercepta un camión de la IHH cargado de armas destinadas a los yihadistas sirios [20]. Posteriormente realiza un registro en la sede de la IHH, detiene en sus oficinas a Halis B., sospechoso de ser el líder de al-Qaeda en Turquía, y a Ibrahim S., segundo al mando de al-Qaeda en el Medio Oriente [21]. El gobierno de Erdogan logra finalmente destituir a los policías y libera a los sospechosos.
İmkander (que significa en turco “Fraternidad”, en referencia a la Hermandad Musulmana) es otra asociación «humanitaria» creada en Estambul, en 2009. Se especializó en la ayuda a los chechenos y la defensa de los yihadistas del Cáucaso. En el marco de esas actividades organizó en Turquía una campaña mediática cuando Berg-Khazh Musayev, alias «Emir Khamzat» y representante de Doku Umarov –el autoproclamado «emir del Cáucaso»–, muere asesinado en Estambul. En aquella época, el FSB ruso se consideraba en guerra contra los Estados que apoyaban militarmente a los yihadistas y no vacilaba en eliminarlos en esos países (como en los casos de Zelimkhan Yandarbiyev, en Qatar, y de Umar Israilov, en Austria). Imkander organizó entonces grandes funerales en la mezquita Fatih de Estambul.
Los días 12 y 13 de mayo de 2012, con el respaldo de la alcaldía de Estambul, Imkander organizó un congreso internacional –siguiendo la tradición de los congresos que organizaba la CIA en tiempos de la guerra fría– en apoyo a los independentistas del Cáucaso. Al final del encuentro se creó de manera permanente el Congreso de los Pueblos del Cáucaso, reconociendo como única autoridad de ese territorio el Emirato del Cáucaso de Doku Umarov. Los delegados acusaron al Imperio Ruso, la Unión Soviética y la Federación Rusa de haber practicado y de seguir practicando el genocidio contra los habitantes del Cáucaso. A través de un video, el emir Doku Umarov llamó a todos los pueblos del Cáucaso a unirse a la yihad. Rusia denunció enérgicamente aquel encuentro [22].
En 2013, Rusia solicitó al Comité de Sanciones 1267/1989 del Consejo de Seguridad de la ONU que incluyera Imkander en la lista de organizaciones vinculadas con al-Qaeda. El Reino Unido, Francia y Luxemburgo se negaron a ello [23]. Aunque Imkander proclama públicamente su respaldo político a al-Qaeda en el Cáucaso, los occidentales consideraron que Rusia no aportaba suficientes pruebas sobre su participación en las operaciones militares.
Estas dos ONGs están directamente implicadas en el tráfico de armas –en el caso de IHH– y –en lo que concierne a Imkander– en el respaldo político a los yihadistas. Cuentan con el respaldo del AKP, el partido –actualmente en el poder– creado por el hoy presidente Erdogan como sustituto del Refah, prohibido por el Tribunal Constitucional de Turquía.
¿Qué hacer con el informe de la inteligencia rusa?
Es poco probable que el Consejo de Seguridad de la ONU estudie el informe de la inteligencia rusa. El papel de los servicios secretos es un tema que generalmente se aborda en secreto. En todo caso, Estados Unidos tendrá que precisar lo que piensa hacer con su aliado turco, sorprendido con las manos en la masa mientras violaba las resoluciones del Consejo de Seguridad.
A los datos de inteligencia presentados por Rusia ya se suman además los vínculos personales del presidente turco Erdogan con Yasin al-Qadi, el banquero de al-Qaeda [24] y la información sobre el papel de su hijo, Bilal Erdogan, en la venta del petróleo robado por el Emirato Islámico [25].
No parece haber duda de que la bravuconería turca que denotan los anuncios de Ankara sobre una posible invasión militar contra Siria, no pasan de ser una manera de desviar la atención. Lo que sí es seguro es que, en caso de guerra entre Turquía y Rusia, el informe de la inteligencia rusa bastaría para privar a Ankara del respaldo de la OTAN (Artículo 5 de la Carta de la alianza atlántica).
Thierry Meyssan
http://www.voltairenet.org/article190357.html
submitted by felipustero to podemos [link] [comments]


2014.10.16 15:09 victorgcBCN Pido comprensión: Aquí el último intento de "Profundización Democrática" por transaccionar con "Claro Que Podemos"

Ahora que ya se han acabado los plazos aprovecho para exponer este documento como muestra de los esfuerzos para llegar a acuerdos que nos incluyeran a todos y que lograran una transacción efectiva entre Profundización Democrática y Claro Que Podemos. Este texto lo redacté yo mismo el último día apurando las horas y se le hizo llegar a Pablo Iglesias a través de uno de sus asesores en Bruselas. No recibimos respuesta pero deseo compartirlo en plaza para que quede claro que hicimos lo posible y al más alto nivel para llegar a ese ansiado acuerdo pues era el deseo mayoritario en plaza y era mi deseo personal también. Eso os lo puedo asegurar.
Respecto a nuestra segunda decisión, la de ir con confluencia o ir en solitario, pues lo reconozco, era "una decisión de mierda" que digo yo. Ya se que muchos queréis criticarnos porque defendéis a Claro Que Podemos o porque queríais que presentáramos en solitario. Entiendo todas esas críticas. Porque si hubiéramos decidido ir en solitario habríamos defraudado a su vez a todos los que habían trabajado con nosotros para converger. La gente del círculo de la complutense especialmente y también la gente de los pequeños equipos que habían transaccionado con nosotros y habían firmado confluencia, Pacheco de Participar Más, la gente del círculo de Zaragoza, y la propia Lola Sánchez quien se unía encantada por las innovaciones que nosotros mismos, como equipo, habíamos incorporado. Entended también que el sondeo que hicimos lo hicimos para ver si había una opinión clara a ese respecto y no la había. La decisión quedaba en nuestras manos. Nos habría gustado que no fuera así y poder justificarnos en un resultado rotundo del sondeo pero ese resultado no existía ni era rotundo ni concluyente.
Creo que muchas de las críticas recibidas son tremendamente injustas porque nuestro equipo ha pedido siempre la opinión de plaza y ha contado con plaza, así mismo hemos querido informar de todo lo que iba haciendo en Plaza y lo seguiremos haciendo, nos critiquéis o no. Porque nuestro borrador no muere, seguiremos trabajando en él para lograr, algún día, una organización radicalmente democrática para PODEMOS o para todo el país o para aquella organización que lo desee. Nuestra labor como equipo debe ser la de auditoría democrática. Y seguiremos dando un poco la paliza por aquí informandoos de cosas. Espero que me perdonéis.
Se aceptaba la portavocía única
Sorteo (siempre entre voluntarios previamente inscritos)
  • 100% en la comisión de Garantías con 4 juristas y 3 profanos (limitados todos a un solo mandato de 2 años o 3, a discutir)
  • 20% en el Consejo Ciudadano Estatal esto es de 80 (50 electos, 13 sorteados y 17 natos de las CCAA)
  • También en los autonómicos aunque ahí, quizá por su menor importancia podríais incrementar un poco más el porcentaje si quereis (25%, 33% …).
  • Esos voluntarios deben aceptar los compromisos éticos de podemos por supuesto y cuando salgan designados pasarse por un círculo para ser avalados. Pero debe ser a posteriori para no frenar el voluntarismo, es decir, las personas designadas pasarían por un círculo que les avalaría una vez los viera en persona. Respecto al mecanismo completo me preguntais, está en nuestro borrador y os aseguro que es incorrompible y totalmente seguro.
Justificaciones, muchísimas pongo algunas:
  • Para la comisión de garantías es clave porque dota de independencia al poder judicial. Al no deberse ningún miembro a ninguna mano los estatutos se cumplirán.
  • Usar el sorteo en sí es una innovación radical que nos diferenciaría del común de los partidos de la casta, y algo de lo que jactarnos mediáticamente cuando nos comparemos con ellos.
  • Permite dar una oportunidad a los menos mediáticos y carismátcos o que tienen menos tirón pero que puede que, si tienen una oportunidad de entrenarse en política aprendan y adquieran una relevancia por sus aptitudes que les permita ejercer en otros cargos electos.
  • Da oportunidad a que estén presentes gente del mundo rural que de otra forma no tendrían oportunidad alguna de estar presentes en el Consejo a menos que se forzasen cuotas.
  • Dota al Consejo de mayor diversidad cognitiva, de un tipo de gente con unas cualidades distintas y también necesarias. No todo el mundo tiene porque ser conocido y saber competir en unas elecciones.
  • Significaría un audacia que nos daría credibilidad cuando decimos que PODEMOS confía en la gente. Además empezaríamos a usar una herramienta democrática que tal vez deba de ser ensayada primero a pequeña escala para que, si llegamos al poder, pueda ser implantada a nivel de país y en buenas condiciones. (p.ej. para el Consejo General del Poder Judicial, Tribunal de Cuentas, el Constitucional, o el propio Senado, haciendo un Senado Ciudadano contrapeso popular de la cámara de partidos ;)
Sistema electoral del Consejo Ciudadano mediante VUT por candidaturas individuales Esto es clave, se trata de que se vote a personas sin que estas tengan que estar en ninguna lista preconfigurada que condicione su voto. El votante elige una lista de personas, la que quiera, y la personaliza y ordena por preferencia. El sistema de voto transferible hace el resto y aporta dos grandes ventajas. Crea un cuerpo colegiado proporcional en el que las minorías pueden verse representadas y elimina el voto útil. Da pues una auténtica libertad de voto. El sistema es algo más complejo de programar pero es algo que Eduardo Robles de AgoraVoting tiene completamente controlado
Sistema electoral del Equipo de Coordinación (si lo veis bien cambiadle el nombre a ese, así cuando hablemos de consejeros sabemos de lo que hablamos y de coordinadores pues también.)
Sugiero aquí que para darle la legitimidad de la asamblea y una posibilidad, remota a corto plazo de que las minorías puedan entrar se haga un sistema proporcional por listas a lo sumo desbloqueadas. En ese caso se podría imponer una barrera electoral del 10% para poder tener miembros dentro del Equipo Coordinador y sería suficiente. Esa votación se podría también realizar por un VUT por listas o mediante un voto convencional. Sobre el tema de hacer la lista desbloqueada os puedo concretar la manera eficaz de hacerlo, eso le daría un toque más abierto. Está en mi borrador algo explicado. Pero vamos no es algo problemático.
Justificaciones para los sistemas proporcionales: Es importante que las minorías se vean justamente representadas, de otra forma es la receta perfecta para partir PODEMOS y reducir su fuerza de cara a las generales. Necesitamos vencer pero también convencer y eso se logra solo con auténtica democracia interna y aplicando mecanismos que ningún otro partido aplica. Con eso no nos dividiremos y convenceremos a más y más gente que espera ver un PODEMOS democrático e innovador. Esto es muy importante porque puede ser la diferencia entre quedarnos cortos o arrasar, así de claro lo vemos muchos. Se puede ganar a base de TV pero no basta del todo porque cada vez más gente se mediatiza por la red y ahí pesan más las redes, mantened un híbrido, no perdáis de vista la tendencia generacional, la TV está en declive y la red en crecimiento. Ganarse la red es ganarse el futuro de podemos a largo plazo.
Iniciativa de Base (algunas mejoras)
  • Agrupación trimestral de los referéndums que no sean declarados urgentes, eso ayuda a que la cosa no sea un caos de referéndums y permite una mejor gestión de los mismos. los mails más que que sean por cada iniciativa que sean boletines trimestrales informativos, así no se hace spam a la gente y se informa en clave de mayor igualdad sobre las iniciativas y referéndums pendientes.
    • Aceleración de un referéndum para una iniciativa que tenga un 2% siempre que un tercio del Consejo Ciudadano esté de acuerdo. Es importante porque da flexibilidad al referéndum por iniciativa de base y cierto poder al consejo como contrapoder.
    • Que el consejo pueda proponer contrapropuestas a las iniciativas que salgan con tres opciones (A, B o ninguna de las dos) Siempre que haya un referéndum con más de dos opciones se debería usar el sistema preferencial de doble vuelta instantánea.
Sugerencias adicionales para limar asperezas
  • Quitar el nombre de Secretario General y poner Primer Portavoz, Portavoz general o algo así ayudaría a suavizar reparos entre la gente más quincemayista que no es por nada pero aunque sea minoría es un porcentaje nada despreciable dentro de podemos, tal vez de un 10 a un 25% o más.
  • Reformar el tema de la doble militancia que se impida sólo a aquellas formaciones que no hayan cedido su espacio electoral a PODEMOS. Sugiero calmar las cosas con IA y conste que no son santos de mi devoción pero hay muy buena gente que aportará sumará si reconciliáis.
  • Luego lo de los secretarios generales autonómicos y municipales… puede ser también problemático, aconsejo revisarlo pero bueno. Solo es una sugerencia.
  • Lo de que el secretario general pueda hacer los referéndums, yo lo dejaría pero con una condición de validación por parte del consejo, más que nada que esté obligado a revisarlo al menos.
Y esto es todo, terminar diciendo que no somos el enemigo, somos vuestros mejores aliados, si nos unimos seremos invencibles. Todos tenemos la mano tendida desde que empezamos a trabajar en los borradores y así seguiremos hasta el último minuto de partido. Respecto a Echenique, no os preocupéis el está dispuesto a dar los pasos atrás que hagan falta. Por un PODEMOS democrático y en PAZ.
Queremos evitar un PODEMOS plebiscitario en el que se gobierne desde arriba a golpe de referéndum. Nuestra idea era la de un Consejo auténticamente Ciudadano, plural y diverso y que los referéndums tuvieran garantía de neutralidad, viniendo principalmente desde abajo con mecanismos que permitiesen una fácil canalización de estos y que la ejecutiva tuviese que pasar por ese consejo para validar los suyos. No sabemos cómo será PODEMOS en el futuro pero sí digo que nuestra lucha será por esos ideales. Creemos que el legado ya está dejado, es una semilla ya florecerá. Estamos satisfechos.
Y nada más, saludos compañeros, y comprensión.
submitted by victorgcBCN to podemos [link] [comments]


2014.08.07 01:03 Esmolante Propuesta de organización de un Círculo

Saludos!
Este texto lo he redactado para el Círculo de Verín, y lo comparto por si pudiera dar alguna idea a algún otro Círculo que, como nosotros, esté echando a andar.
+
Propuesta sobre la estructura organizativa del Círculo. Es este un documento de trabajo para su debate en la asamblea, a la espera de ser enriquecido con vuestras aportaciones y enmiendas.
+
Grupos de Trabajo (relación no exhaustiva de sus competencias, que podrán ser ampliadas según la imaginación y ganas de cada cual)
COORDINACIÓN: Labor de organización y facilitación del resto de grupos. Convocatoria de asambleas, preparación del orden del día (todos podemos proponer puntos). Se trata de un órgano sensible, pues sobre él pivota toda la actividad del Círculo, así que debe ser colegiado. Propongo tres o cuatro personas de adscripción heterogénea para evitar sesgos que marquen la línea política del Círculo, para salvaguardar así la pluralidad y evitar caudillismos.
DOCUMENTACIÓN: Generar y proveer de documentación, tanto interna (actas, relación de socios) como la derivada de la relación con el Consejo Ciudadano (estatutos, circulares...) .
LEGAL: Servicio de asistencia legal en todos los ámbitos de actividad del Círculo. Consulta preceptiva del resto de equipos sobre cualquier aspecto legal para saber que pisamos sobre tierra firme.
TESORERÍA: Custodia y administración de los recursos pecuniarios del Círculo.
COMUNICACIÓN: Difusión a través de los medios, principalmente Internet por ser menor su barrera de entrada (páginas, portales, bitácoras, redes sociales...). Creación de medios, como fanzines, radios locales o por IP, producción de material audiovisual... Relación con los medios de comunicación de masas, redacción y publicación de comunicados y notas de prensa, portavocía.
MOVILIZACIÓN: Todo tipo de campañas de promoción, desde carteles o pasquines a la organización de concentraciones, manifestaciones, sentadas, asambleas ciudadanas, performances... y todo lo relacionado con esa actividad, desde la creación gráfica de la cartelería a la petición de permisos para un acto en un espacio público. La cartelería puede ser de: - promoción directa de Podemos (E.g. Un gran cartel en un punto estratégico de la villa que rece "O povo é quem mais ordena"...o..."Los gorriones an de correr tras los falcones" con el logotipo de la organización bajo tal divisa) - de difusión de sus actividades (por ejemplo, lugar y hora de una Asamblea Ciudadana) - de información a la ciudadanía (E.g. una serie de carteles encabezados por "¿Sabías que?" y a continuación, datos hurtados al debate público en los mass media, como la merma de poder adquisitivo que implica la aplicación de la fórmula de actualización de las pensiones, o la proporción decreciente de las rentas del trabajo en el PIB en beneficio de las rentas del capital). Se recomienda encarecidamente extremar la atención a la ortografía, pues esta cartelería es la tarjeta de presentación del colectivo. Las actividades pueden ser reivindicativas (una concentración de protesta) o divulgativas (charlas, proyecciones, ponencias, debates monográficos...). A mayores, todo lo que se atreva a imaginar y proponer el grupo: un concierto, un banco de tiempo, un comedor solidario, la apertura de un centro social abierto a la ciudadanía donde se desarrollen actividades y talleres, desde ajedrez a fotografía o tai-chi et cætera.
INTERCÍRCULOS: Relación con el Consejo Ciudadano. Diálogo con los círculos del entorno cercano (Xinzo, Ourense, Valdeorras , Vigo...). Promoción de nuevos círculos en la comarca: Laza, A Gudiña, A Mezquita, Viana do Bolo (junto con los compañeros de O Barco), Sanabria (con Zamora)... Se pueden consultar los últimos resultados electorales para ver si hay base social para mantener esos Círculos.
SOCIEDAD: Relación con otras organizaciones en busca de complicidades y sinergias para la transformación social. Desde asociaciones de vecinos, sindicatos, plataformas ciudadanas, otras formaciones políticas...hasta tratar de un problema en concreto con el pedáneo de un pueblo o cualquier particular. Podemos no aterriza en un paisaje lunar, sino que existe ya un tejido asociativo formado con el que es fundamental relacionarse e interactuar. Podemos debe formar parte inherente de la sociedad y entrelazarse como las fibras de un tejido, no debemos subirnos a un pedestal y sentarnos a esperar que acudan las masas. Uno de los contactos que habría que alimentar es con organizaciones sociales de Chaves, Vila Real, Bragança... El mayor error en la concepción de Podemos es su limitación a las fronteras del Estado. La agresión del capital no reconoce esas fronteras y busca precisamente ventaja en esa compartimentación de la lucha, enfrentando a los pueblos en pos de sus privilegios de clase.
GRUPOS AD HOC: Se puede crear un nuevo grupo de trabajo para analizar y dar respuesta a cualquier cuestión planteada, proveyendo de información y materiales al resto de grupos (E.g. un grupo de ECOLOGÍA para tratar el tema de una depuradora...).
+
Asambleas
GRUPOS DE TRABAJO: Cuantas reuniones sean necesarias. Dentro de un grupo de trabajo la comunicación debe ser fluida (teléfono, email, WhatsApp) entre sus miembros, para actuar con flexibilidad y eficiencia. La organización de cada grupo será la que se adecue mejor a las preferencias y circunstancias de sus miembros, siempre que la toma de decisiones sea democrática. Se sugiere la creación de grupos en Internet para poder avanzar trabajo sin necesidad de coincidir en un espacio físico a una hora concreta.
ASAMBLEA DEL CÍRCULO: Periodicidad tasada, pongamos quincenal o mensual, variable según circunstancias. En ella se ponen en común los progresos de cada Grupo de Trabajo y se toman las decisiones que afecten al Círculo (previa inclusión en el orden del día). Es el órgano ejecutivo del Círculo, preservando las características de horizontalidad, asamblearismo y cultura democrática que son las señas de identidad de Podemos.
ASAMBLEAS CIUDADANAS: No confundir con las anteriores. Sería un error tratar en ellas asuntos organizativos del Círculo, que no interesan para nada al transeúnte ocasional; deben ser actos didácticos pero también sugerentes. Son un espacio de debate abierto a toda la ciudadanía, y por lo tanto es de esperar (e incluso fomentar) opiniones contrapuestas, las cuales habrán de ser aceptadas con naturalidad. Para que transcurra en un ambiente constructivo y de respeto, es una necesidad categórica la figura de un moderador y la existencia de unos temas a tratar, a los cuales deberá ceñirse el debate para evitar digresiones y que la asamblea acabe convertida en un gallinero. Deberán escogerse asuntos de interés ciudadano, por ejemplo un asunto de interés general (la auditoría sobre la deuda externa) y otro de interés local (la dichosa depuradora). Se puede hacer una encuesta a pie de calle para recabar qué asuntos preocupan más a la ciudadanía, para remitirlos a la Asamblea.
submitted by Esmolante to podemos [link] [comments]


MADURO ordena (OTRA VEZ) iniciar prácticas MILITARES en VENEZUELA Noticias 07 de Marzo 2020 Dominação Tradicional (Igreja e Coronelismo) Reacciones a tutela al Presidente Duque por la Virgen de Chiquinquirá. La Corte Consttucional ORDENA a Colpensiones capacitar su personal sobre la Pensión por Invalidez ⚡Es Un HEcho Se Va Directv Por ORden De maduro Y ahora mas de 3 millones Afectados 1227 Estatuto CCB afirma A PARTE ESPIRITUAL DA CCB pertence somente ao Ministério MAIS NINGUÉM Estatutos y cuotas sindicales

PGR angolana ordena apreensão de edifícios de Carlos São ...

  1. MADURO ordena (OTRA VEZ) iniciar prácticas MILITARES en VENEZUELA Noticias 07 de Marzo 2020
  2. Dominação Tradicional (Igreja e Coronelismo)
  3. Reacciones a tutela al Presidente Duque por la Virgen de Chiquinquirá.
  4. La Corte Consttucional ORDENA a Colpensiones capacitar su personal sobre la Pensión por Invalidez
  5. ⚡Es Un HEcho Se Va Directv Por ORden De maduro Y ahora mas de 3 millones Afectados
  6. 1227 Estatuto CCB afirma A PARTE ESPIRITUAL DA CCB pertence somente ao Ministério MAIS NINGUÉM
  7. Estatutos y cuotas sindicales

Neste tipo, quem ordena é o senhor e quem obedece são os súditos, as regras são determinadas pela tradição, é regida pela honra e a boa vontade do senhor, que é considerado justo, e há ... 1227 Estatuto CCB afirma A PARTE ESPIRITUAL DA CCB pertence somente ao Ministério MAIS NINGUÉM ... Ancião Ordena Cria Lei Executa Acusa Julga Soberanamente sem DEFESA? Tutela ordena al Presidente Iván Duque eliminar mensaje alusivo a la conmemoración de la Virgen de Chiquinquirá por Twitter. El hombre que entuteló al Presidente. ⚡ ⚡Es Un HEcho Se Va Directv Por ORden De maduro Y ahora mas de 3 millones Afectados Fuentes: afp IMPORTANTE Contenido Asociado a AFP, Todos los derechos r... Dentro de la Ley del Trabajo se ordena que en los estatutos sindicales debe existir un artículo dedicado a las cuotas, tal es el artículo 77 en que se menciona con cuánto apoyará el trabajador ... Tutela que ordena al Gobierno expedir el Estatuto para Etnoeducadores - Duration: 5:41. KanelaMental 84 views. 5:41. Qué es la acción de tutela y para que sirve - Duration: 9:04. 🚀 MADURO ordena (OTRA VEZ) iniciar prácticas MILITARES en VENEZUELA 😱 Noticias 07 de Marzo 2020 ... El uso justo es un uso permitido por el estatuto de derechos de autor que de otra manera ...